LER POUCO E APRENDER MAIS

O propósito do Jornal Essência é publicar um conteúdo que seja o bastante para satisfazer as indagações da alma dos leitores. Isto é, com um pouquinho de leitura o leitor possa, aprender e ser informado de muita coisa. O importante é a essência do conteúdo, pois vive-se em mundo que as pessoas em geral, não tem tempo a perder, procurando em multidões de páginas e palavras o que de verdade a alma delas indaga.
Que os leitores possam tirar proveito desse espaço lendo pouco , aprendendo muito e informando mais as idéias e temas principais dos textos elaborado, interpretado e publicado por este espaço eletrônico de comunicação, cujo o tema chave é: O JORNAL ESSÊNCIA. Que explorará o bastante, dos conteúdos ligados aos conhecimentos, científico, filosófico, teológico e empírico. Etc

JUSTIÇA




Mais um escândalo no Judiciário. Desta vez, no Tribunal de Justiça de Minas, com favorecimentos na promoção a desembargador.

Carlos Newton
Começam a aparecer mais podres do Judiciário, denunciados pelos próprios juízes. Segundo a Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais privilegiou parentes de desembargadores e ex-dirigentes de outra entidade de classe, em detrimento de juízes mais antigos. Entre os beneficiados estão justamente juízes que hoje atacam durante o Conselho Nacional de Justiça, vejam só que coincidência.
O que acontece na realidade é que Conselho Nacional de Justiça, em função da gravíssima denúncia da Anamages, está julgando o pedido de anulação das promoções de 17 juízes ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, entre 2006 e 2009.
Segundo a denúncia dos juízes, além de não observar critérios como antiguidade e produtividade, o Tribunal sequer publicou as decisões em edital. Entre os promovidos irregularmente a desembargador estão Nelson Missias, atual secretário-geral da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), e Doorgal Andrada, ex-vice-presidente da entidade, que por coincidência está movendo a ação no Supremo Tribunal Federal para reduzir os poderes de investigação do Conselho Nacional de Justiça.
Ao ser promovido, Missias era o 46º na lista de antiguidade. Andrada, o 41º. Agora, apanhado em flagrante, Missias vê uma “trama” da Anamages e diz que o órgão “não tem credibilidade e legitimidade para questionar promoções”. Já Andrada é mais cauteloso e afirma que “aquilo que o CNJ decidir, eu vou aplaudir”.
Quanto ao Tribunal de Justiça de Minas, que nem tem como se defender, a presidência já informou que “vai aguardar a decisão do CNJ e cumprir o que for determinado”.
Por tudo isso, quando se diz aqui no Blog que o Judiciário é um poder apodrecido, não aparece uma só viva alma para contestar.



BIBLIOGRAFIA






ESSÊNCIA: O PODER JUDICIÁRIO É IMPORTANTE PARA UMA NAÇÃO O QUE NÃO PRESTA É A ADOÇÃO DA CORRUPÇÃO NESTE SETOR. ALIÁS TAL COMPORTAMENTO NÃO COMBINA COM A NATUREZA DA JUSTIÇA. OS  CULPADOS, CERTAMENTE, SERÃO PUNIDOS POR ELA.


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(Art. 220 da Constituição Federal) A manifestação  do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.


I.AS TARTARUGAS DO BRASIL




1.PEQUENOS CAMINHOS PARA UM JUDICIÁRIO ATUANTE.

por Jeová Rodrigues Barbosa

Se as faculdades brasileiras estivessem abertas para formação de mais Juízes, promotores ou oficiais, possivelmente, não teríamos tantos processos empilhados na justiça. Por outro lado, as infrações seriam menos, devido, o infrator estar consciente de que os processos seriam julgados com mais rapidez. Exemplo: tenho um processo na justiça contra uma empresa, com respeito a danos morais e materiais, que tanto minha consciência, documentação coletadas, apresentadas, o processo concluso ao meu favor, pelo o Juiz da primeira estância. Mesmo assim, o assunto foi levado, para a segunda estância em caráter de apelação. Isso pode demorar anos. Confesso que, às vezes sinto despatriado. É muito comum conversar com cidadãos aqui da cidade sobre o assunto em foco, e eles dizerem: Pior é o processo  do vizinho que já passou dos cinco anos. Outros afirmam que a justiça é dos  mais ricos. Acredita-se que, Isso não pega bem para o judiciário brasileiro, pois o nome em si, traduz status de um local certo para os humanos lesados, ameaçados, injustiçados resgatar sua dignidade. Apesar de não ser formado em direito estou pelo menos tentando de alguma forma, ajudar vocês com meu texto recheado de diminutos caminhos para uma justiça mais atuante. Sabe-se que, existem os foros privilegiados para nossos políticos. Para o consumidor ou cidadão comum precisaria ter pelo menos o bom senso e a eficiência de nossos Juizes no sentido de resolver com mais rapidez os processos encalhados que as vezes são esquecidos e certamente, por isso demoram muito tempo. Tendo em vista que não tem muito Juiz a disposição para julgar estes processos, que tal, um mês, ou um ano de faxina na justiça ou até mesmo o mutirão da justiça. Desculpe se exagerei, falo assim, porque, anos atrás trabalhei como divulgador do Programa Comunidade Justiça em Ação, na minha cidade, coordenado pela Drª Sarita e a coisa funcionou bem, alem do esperado. Conclusão: Quando almejamos algo, logo surge a idéia, o objetivo, a estratégia e a consumação. O resultado é prazeroso....

ESSÊNCIA: SE NÃO EXISTE EFEITO SEM CAUSA, CERTAMENTE, EXISTE MOTIVO BASTANTE FORTE DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO SER ASSIM...PORÉM, QUANDO QUALQUER PODER OU PESSOA QUER REALIZAR ALGO, OS IMPEDIMENTOS OU OBSTÁCULOS SERVEM DE AJUDA PARA CONCRETIZAÇÃO DO MESMO.

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